“A Quimera”: os esfarrapados salteadores italianos dos túmulos perdidos

Alice Rohrwacher situa “A Quimera” nos anos 80, entre os ladrões de tumbas da Toscânia. O filme quer ser naturalista e “mágico”, áspero e poético, mas debalde. Eurico de Barros dá-lhe duas estrelas.

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