Exposição reaproxima o público de Ayrton Senna, um dos maiores ídolos do esporte

Mostra em São Paulo comemora os 30 anos do tricampeonato do piloto brasileiro na Fórmula 1. Tecnologia que dá vida a Senna é a mesma utilizada em grandes produções cinematográficas. Exposição com holograma de Ayrton Senna celebra o tricampeonato da F-1 conquistado pelo piloto
Há 30 anos, um dos maiores pilotos de todos os tempos conquistava o tricampeonato da Fórmula 1. Uma exposição em São Paulo comemora essa data, trazendo Ayrton Senna para bem perto dos fãs.
Aqueles domingos inesquecíveis: “Era o que reunia a família, né? Que nem jogo da seleção brasileira”, relembra visitante.
A musiquinha… A exposição desperta muitas recordações. Imagine ser recebido pela voz de Ayrton Senna? Ela foi recriada com o uso de inteligência artificial. Para isso, foram reunidas mais de 200 horas de gravações.
“A gente pegou um monte de entrevistas, um monte de gravações que a gente tinha da voz dele, juntou isso com o ator de novo, que recriou, que trazia a cadência da voz, o timbre”, explica Bianca Senna, sobrinha do piloto e curadora da exposição.
“Para poder treinar uma inteligência artificial de forma que ela pudesse entender como é que o Ayrton fala, qual é o tom que ele fala, em que andamento ele fala”, conta o diretor de criação Rodrigo Hurtado.
E em 2021, temos Senna falando da habilidade de correr na chuva.
“Mostrei para minha mãe, mostrei para minha avó… Nossa! Mas é o Ayrton falando!”, diz Bianca.
Em uma parte da exposição, a voz se junta a imagem, que também foi criada por computador. E 27 anos depois da morte, Ayrton volta a falar com os fãs. Na criação da imagem, foram usadas fotos, vídeos e até um busto esculpido por Paula Senna, sobrinha do ex-piloto. A tecnologia é a mesma utilizada em grandes produções cinematográficas.
“A inteligência artificial aprendeu tanto o jeito que o Ayrton falava, quanto que esse ator fala. Foi aí que a gente recriou a magia da voz do Ayrton”, explica Rodrigo Hurtado.
Para Eduardo, o primeiro a visitar a exposição, foi como um primeiro encontro com o ídolo.
“Parece que você está ali frente a frente com ele, conversando com você, contando a história dele. Então, isso emociona bastante. É bacana”, diz.

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