Jogos nada inocentes

Não entendo de games, nunca me dei ao respeito de jogá-los e nunca me interessei por eles. Quando surgiram, nos anos 70, eu só conhecia o mundo letrado, racional e cartesiano em que nascera. Nesse mundo, duas premissas levavam a uma conclusão e, mesmo que às vezes se bagunçasse a velha ordem do começo, meio e fim, só quem pensasse existia. Os games pareciam dispensar a pessoa de pensar e, ainda assim, garantiam a sua existência. Era sedutor demais e não admira que muitos jovens se entregassem.
Leia mais (05/12/2022 – 15h01)

Liked Liked