PGR dá justificativa para segurar inquérito contra ministro de Lula

O procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, tem sido alvo de críticas por não avançar no inquérito sobre o ministro das Comunicações do governo Luiz Inácio Lula da Silva, Juscelino Filho.

Juscelino foi indiciado pela Polícia Federal em 12 de junho de 2024, sob suspeita de organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção passiva, falsidade ideológica e fraude em licitações de obras públicas.

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Segundo o site Metrópoles, a Procuradoria-Geral da República (PGR) recebeu o inquérito concluído quatro meses depois do indiciamento, em 15 de outubro, depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) ter solicitado o envio dos autos novamente em junho daquele ano.

Aliados de Bolsonaro criticam PGR

Paulo Gonet, procurador-geral da República (PGR) | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Paulo Gonet, procurador-geral da República (PGR) | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A ausência de uma denúncia formal por parte de Gonet tem gerado críticas de lideranças ligadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que apontam uma diferença de tratamento em relação ao inquérito envolvendo Bolsonaro, denunciado em três meses.

De acordo com o Metrópoles, interlocutores de Gonet justificam a demora ao afirmar que, ao contrário do caso de Bolsonaro, a investigação contra Juscelino não envolve pessoas com foro privilegiado presas preventivamente, o que, segundo Gonet, diminui a urgência no andamento do caso.

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