‘Marighella’, com ação demais e sustância de menos, me jogou no meio do tiroteiro

Há duas ou três semanas fui assistir “Marighella“. Saí de casa decidida a amar o filme de Wagner Moura, com Seu Jorge no papel do “guerrilheiro que incendiou o mundo”, segundo a portentosa biografia escrita por Mário Magalhães. Naquele dia, uma quinta-feira, tudo parecia especial. Só o ato de ir ao cinema, depois de tanto tempo de abstinência, já era revolucionário.
Leia mais (11/23/2021 – 08h00)

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