SP-Arte abre o baú de Fernando Zarif, das capas dos Titãs a curativos usados

Tudo era caos. O ateliê, o apartamento, os passeios, a personalidade, as ambições e todo o resto de Fernando Zarif sempre exalaram uma energia anárquica. Suas obras são não só reflexo dessa veia excêntrica, como também rastros de um mundo que ele próprio tentava evitar, desafiando qualquer tipo de status quo.
Leia mais (10/14/2021 – 17h13)

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